NESTA QUARTA-FEIRA (16/10) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - AV. TRABALHADOR SÃO-CARLENSE (CENTRO/ BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - RUA MIGUEL PETRONI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - AV. JOÃO DE GUZZI X RUA MARCOS VINICIUS DE M. MORAES - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

A polêmica que envolve o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ganhou novos capítulos nesta semana. Em entrevista ao podcast “Ilha de Vera Cruz”, o senador disse que, para acusar Gilmar Mendes de vender sentenças, não são necessárias provas, uma vez que os fatos falam por si.

“--Nessa entrevista à Rádio Bandeirantes o senhor chegou a dizer que ele vendia sentenças. – Não, eu não cheguei a dizer, eu disse. – E o senhor tem provas disso? – Você precisa ter provas de que o Paulo Maluf é corrupto? Você precisa ter provas de que o Sergio Cabral é ladrão? Você precisa ter provas de que o Eduardo Cunha é um bandido? Então como dizia o Millôr Fernandes ‘Há certas pessoas que você não precisa de provas’.”

Kajuru é um dos principais articuladores no congresso para a criação da CPI do judiciário. No entanto, o parlamentar vem acumulando derrotas. Depois de ver o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AM), rejeitar a criação da comissão, Kajuru assistiu a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado votar pelo arquivamento da comissão parlamentar de inquérito. No entanto, o senador goiano ainda nutre esperanças, uma vez que a palavra final será do Plenário da casa.

“São 8 anos de mandato, só se me matarem, só se eu morrer, para eu desistir dessa CPI.”

A entrevista completa com o senador Jorge Kajuru pode ser acessada no Spotify. Basta digitar o nome ‘Ilha de Vera Cruz’ na aba de busca do aplicativo. Você também pode acessar o programa no endereço agenciadoradio.com.br/ilhadeveracruz



Comentário(s) 

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leitor assíduo | 16 Abril 2019
Quem tem medo do Kajuru? Só quem tem algo a esconder. Instale-se a CPI e será oportunizada a ampla defesa. Afinal, ninguém está acima da lei. Será? Por oportuno, altere-se a Constituição para que as nomeações para o STF se façam por meritocracia e não por indicação política. Pela regra atual, como se comprova o notável saber jurídico dos indicados? O senado não tem condição de avaliá-lo. As vagas dos tribunais, inclusive o STF, devem ser preenchidas por juízes de carreira, concursados e que tenham mais da metade das sentenças confirmadas por instâncias superiores. Só assim se minimizará a influência política nas decisões colegiadas.