NESTA QUARTA-FEIRA (30/09) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - RUA MIGUEL PETRONI (CENTRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AV. JOÃO DE GUZZI X RUA MARCOS VINICIUS DE M. MORAES - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - RUA JOAQUIM RODRIGUES BRAVO (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

 

 

Cerca de 16 milhões de mulheres, acima de 16 anos, foram vítimas de algum tipo de violência nos últimos doze meses. Uma vitimização que chega à taxa de 27,4%, de acordo com dados da pesquisa “Visível e Invisível: A vitimização de mulheres no Brasil” divulgada na terça-feira (26) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

São muitos os dados de violência e assédio contra a mulher que refletem a desigualdade de gênero na sociedade, como avalia a consultora de projetos do Fórum, Cristiane Neme, em entrevista à Rádio Brasil Atual.

De acordo com a pesquisa, a casa ainda é o principal local de agressão, mas a internet já registra 8% de casos de violência que fazem das mulheres entre 16 e 24 anos as principais vítimas (42,6%), sobretudo entre as que se autodeclaram negras (28,4%). No levantamento em 2017, redes sociais, aplicativos e blogs eram somente 1% entre os locais onde as vítimas informam ter sofrido violência. Além disso, o relatório mostra que 59% dos entrevistados, homens e mulheres, disseram ter presenciado ações de agressão.

“As relações de poder conflituosa resultam em casos de violência como esses que são reportados na pesquisa, que é um reflexo dessa cultura machista e patriarcal, por isso a permanência e o padrão da violência”, explica Cristiane, que defende como política de enfrentamento o fortalecimento da rede de proteção às vítimas.



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