NESTA SEXTA-FEIRA (13/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – Rua Rui Barbosa (CENTRO/BAIRRO) vELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 kM/H; 

RADAR 2 – Avenida Francisco Pereira Lopes (usp/ shopping) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 3 – Rua Miguel Petroni (rodovia/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

"As eleições de 2018 serão diferentes, acabou a polarização PT-PSDB. Mas é claro que o PSDB pode se reinventar e apresentar algo novo", disse o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em entrevista exclusiva a José Luiz Datena no programa “90 Minutos”, da Rádio Bandeirantes FM 90.9 e AM 840. 

O deputado federal também falou que o partido dele deve sair em candidatura nas próximas eleições. "Todo político busca ascensão na carreira, mas acho que estou longe disso (disputar a Presidência). Não tenho votos majoritários no meu Estado, mas o caminho está aberto", explicou durante a entrevista. 

O jornalista também questionou Maia sobre a possibilidade da implementação de um regime parlamentarista no Brasil. Maia respondeu que, antes de qualquer decisão, o assunto precisa passar por uma aprovação da sociedade. "O Parlamentarismo requer um sistema eleitoral completamente diferente desse que nós temos. O sistema presidencialista brasileiro se esgotou e precisamos de algo novo", falou. 

Na entrevista exclusiva à Rádio Bandeirantes, Rodrigo Maia afirmou ainda que a reforma da Previdência deve ser votada no começo do mês que vem no plenário da Câmara. O deputado defende o texto aprovado na Comissão Especial e alerta que as modificações sugeridas até agora não terão o impacto necessário. 

Segundo ele, a PEC não tira direitos, só diminui privilégios. “Vai garantir uma possibilidade de recuperação econômica muito mais rápida do que a gente possa imaginar”. 

Maia diz acreditar que o Brasil pode entrar em 2018 crescendo muito mais que os 2% que estão previstos. “O que a gente precisa é acelerar isso. Precisa rapidamente reduzir o desemprego e melhorar a renda do trabalhador. Para que isso aconteça, o Estado brasileiro precisa custar menos. Ele custa demais hoje”, ressaltou o presidente da Câmara. 

 

 



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