NESTA SEXTA-FEIRA (25/09) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - RUA MIGUEL PETRONI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 2 - AVENIDA JOÃO DE GUZZI X RUA MARCOS VINICIUS DE M. MORAES - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - AVENIDA HENRIQUE GREGORI (SHOPPING/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

 

Pela primeira vez em quase oito meses, o dólar comercial fechou abaixo de R$ 2,20. A moeda norte-americana encerrou o dia com queda de 0,44%, vendida a R$ 2,196. O valor é o menor desde 30 de outubro do ano passado, quando a cotação tinha fechado a R$ 2,192 para venda.

O câmbio começou a sessão em alta. Na máxima do dia, por volta das 9h15, o dólar comercial chegou a ser vendido a R$ 2,213. Nas horas seguintes, a alta diminuiu, até que a cotação inverteu a tendência e passou a cair por volta das 15h30 até encerrar no nível mínimo do dia.

Desde que o Banco Central (BC) anunciou, na terça-feira (26), a extensão do programa de venda de dólares no mercado futuro até pelo menos o fim do ano, o dólar não para de cair. Ontem, a moeda norte-americana havia caído 1%.

Previstas para acabar no fim do mês, as intervenções do BC para segurar o dólar foram prorrogadas até 31 de dezembro, com possibilidade de serem estendidas por mais tempo. A autoridade monetária continuará a injetar US$ 200 milhões por dia em contratos de swap cambial (venda de dólares no mercado futuro) e a leiloar dólares das reservas internacionais com compromisso de recompra em momentos de instabilidade no câmbio.



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