NESTA SEGUNDA-FEIRA (28/09) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - AVENIDA TRABALHADOR SÃO-CARLENSE (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - AVENIDA DR. HEITOR JOSÉ REALLI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

 

Foram ouvidas duas testemunhas de acusação nesta segunda-feira (6), primeiro dia de julgamento de quatro acusados de participar do assassinato de Paulo César Farias, conhecido como PC Farias, e da namorada, Suzana Marcolino. O casal foi morto em 1996.

Os réus são policiais militares que faziam a segurança do empresário e tesoureiro do ex-presidente Fernando Collor de Mello. O juri, em Maceió (AL), deve durar até o fim da semana. PC era apontado como um dos principais assessores do governo Collor. Ele foi denunciado por sonegação fiscal, falsidade ideológica e enriquecimento ilícito.

O primeiro a ser ouvido foi o caseiro da casa de praia onde o empresário foi morto, em Guaxuma (Alagoas), Leonino Carvalho. Também prestou depoimento o garçom Genival da Silva França, que serviu a última refeição do casal. Amanhã (7), o julgamento deverá ser retomado às 8h ouvindo Milane Valente, à época namorada do irmão de PC, Augusto Farias. A previsão é que a segunda sessão se estenda até as 20h.

Estão sendo julgados por homicídio qualificado  Adeildo Costa dos Santos, Reinaldo Correia de Lima Filho, Josemar Faustino dos Santos e José Geraldo da Silva. Segundo a tese do promotor  Marcos Mouzinho, os quatro participaram do crime ao menos por omissão, uma vez que deveriam cuidar da integridade do empresário.



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