NESTA QUARTA-FEIRA (30/09) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - RUA MIGUEL PETRONI (CENTRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AV. JOÃO DE GUZZI X RUA MARCOS VINICIUS DE M. MORAES - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - RUA JOAQUIM RODRIGUES BRAVO (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

 

 

A presidenta Dilma Rousseff nomeou nesta segunda-feira (6) o empresário e vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, para chefiar a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, criada  no fim de março pelo governo. A posse do novo ministro será na quinta-feira (9), às 10h.

Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República informa que o novo ministério "vai formular políticas de apoio às micro e pequenas empresas, segmento fundamental para a geração de empregos e o desenvolvimento da economia brasileira".

Dilma desejou sucesso a Afif e "manifestou sua confiança no desempenho do novo ministro à frente da pasta", segundo o texto.

Com 69 anos, vice-governador de São Paulo, filiado ao PSD, Afif foi deputado federal constituinte, ex-presidente do Conselho do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e por duas vezes presidente da Associação Comercial de São Paulo. Na avaliação do Palácio do Planalto, "Afif Domingos tem tido papel relevante em todos os processos que, nos últimos anos, resultaram no estímulo e na valorização das micro e pequenas empresas no país", de acordo com o texto divulgado pela Secom.

A Secretaria da Micro e Pequena Empresa será o 39º ministério do governo federal e terá estrutura já existente que será deslocada do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Com isso, todas as atribuições que o MDIC tem atualmente referentes a esse assunto passarão para o novo ministério. Da mesma forma, os servidores e o patrimônio que constavam da secretaria, que antes era ligada à pasta do Desenvolvimento, agora servirão ao novo ministério.

O projeto que criou a secretaria foi aprovado em março no Senado e provocou protestos de oposicionistas que questionaram a necessidade de mais um ministério e os custos da nova pasta.



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