NESTA SEXTA-FEIRA (11/10) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1- AV. COMENDADOR ALFREDO MAFFEI, OPOSTO AO N° 4001 SENTIDO CENTRO/BAIRRO VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2- AV MORUMBI, PRÓXIMO AO N° 1416 CENTRO/BAIRRO VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 3- AV. GETÚLIO VARGAS, PRÓXIMO AO GINÁSIO MILTON OLAIO BAIRRO/CENTRO VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

 

Um dos donos da Boate Kiss, palco do incêndio que matou 232 pessoas nesta madrugada (27), se apresentará à polícia ainda nesta tarde. A informação foi confirmada pelo delegado regional da Polícia Civil em Santa Maria, Marcelo Arigony, que coordena as investigações sobre a tragédia. Até o momento, seis pessoas foram ouvidas pela polícia, entre eles alguns dos membros da banda que se apresentava no local.

Segundo Arigony, o proprietário da boate se apresentou à polícia durante a madrugada, mas foi orientado a deixar o local para não ser linchado por amigos e parentes das vítimas. No início da tarde, ele voltou a entrar em contato com a polícia e disse que iria se apresentar ainda hoje. O nome do proprietário não será divulgado por questões de segurança.

O delegado ressaltou que ainda não há informação definitiva sobre a validade do alvará de funcionamento da casa noturna. "Todas as circunstâncias do ocorrido, o alvará, a quantidade de saídas de emergência, os extintores de incêndio, serão apurados a posteriori. A nossa prioridade agora é a identificação dos corpos". Segundo Arigony, a análise da documentação da boate só deve ocorrer a partir de amanhã (28).

O delegado informou que os corpos dos cerca de 230 mortos já foram fotografados e estão sendo catalogados em álbuns para facilitar a identificação pelas famílias. Os peritos também estão retirando as impressões digitais, coletando amostras de DNA e realizando exame toxicológico nas vítimas. A identificação dos corpos é lenta e ocorre por etapas – as convocações dos familiares para reconhecimento são feitas em grupos de 10 pessoas.

Antes de visitar o local onde estão os corpos, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse que o atendimento às vítimas ocorreu, em tese, de forma rápida e que as autoridades competentes agora estão concentradas no apoio aos parentes das vítimas. "Temos que averiguar as circunstâncias em que isso aconteceu. Agora é hora de dar apoio a quem mais precisa", disse a ministra.



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