NESTA SEXTA-FEIRA (13/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – Rua Rui Barbosa (CENTRO/BAIRRO) vELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 kM/H; 

RADAR 2 – Avenida Francisco Pereira Lopes (usp/ shopping) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 3 – Rua Miguel Petroni (rodovia/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

Quando o delegado Paulo Roberto de Queiroz Motta resolveu que era hora de contar aos filhos a sua trajetória na Polícia Civil, foi atrás de material histórico, como fotos e documentos, mas não achou muita coisa. Decepcionado, ele decidiu agir por conta própria e virou um "caçador" de documentos da instituição para a qual dedicou sua vida.

Já familiarizado com a internet, o delegado abriu um grupo na rede social Facebook para reunir material. A proposta deu tão certo que, há pouco tempo, ele se viu impelido a abrir uma Fan Page chamada "Memória da Polícia Civil do Estado de São Paulo".

A Página foi criada em 24 de dezembro do ano passado e já conta com 301 seguidores. Nela, é possível recordar fatos inesquecíveis e que tiveram a participação decisiva da Polícia Civil, como a libertação do empresário Abílio Diniz, no dia 17 de dezembro de 1989. Nas fotos estampadas por toda a imprensa e postadas na página, aparecem policiais civis que são identificados, um a um, em alguns casos, com o cargo que ocupam ou ocuparam na instituição.

O modo mais fácil de navegar pela história é clicando no link que leva o internauta para a coleção de álbuns de fotos, que está facilmente identificada de acordo com o tema, como "Curiosidades policiais", "Prédios antigos da Polícia", "Criminosos notórios", "Cadeias públicas", "Crimes de repercussão", "Grandes repórteres policiais", "Delegados gerais de Polícia", entre outros. De um espaço de história da instituição, a página cada dia mais se expande para contar a trajetória dos fatos que permearam a sociedade paulista, pelo menos, nos últimos 40 anos.

"Comecei a visitar livrarias, sebos, navegar na internet e pedir aos colegas que me fornecessem material. Encontrei muita dificuldade, pois constatei que os velhos policiais não guardavam fotos e reportagens sobre suas atividades profissionais. A única facilidade que tive foi que, como trabalhei intensamente nesta minha jornada na Polícia Civil, muitas vezes passando dias sem retornar para casa, adquiri muito conhecimento para proceder a pesquisa", explica o delegado Motta.

O esforço tem valido a pena. Motta tem recebido elogios de colegas e de profissionais de outras áreas, como jornalistas e juízes de direito. Hoje, passou também a receber material de pessoas que já o identificam como um "historiador" amador da Polícia Civil. O delegado postou uma mensagem na página da SSP/SP no Facebook (http://www.facebook.com/segurancapublicasp?ref=hl), o que levou o nosso Portal a contatá-lo para conhecer a sua proposta. Pela variedade de fotografias, elementos históricos e pela seriedade com que Motta nos pareceu gerenciar a página, consideramos pertinente a sua divulgação tanto aqui no site quanto na rede social.

O delegado atualmente trabalha como titular do 2º DP de Cubatão, cidade que pertence ao Deinter-6, com sede em Santos. Há 36 anos na Polícia Civil, ele não esconde a sua paixão pela instituição: "As coisas mais importantes na vida de um homem são a família, seus amigos e sua profissão. O policial civil passa mais tempo no trabalho do que com a própria família. Digo sem hesitar que dediquei toda a minha vida a esta maravilhosa Instituição", finaliza



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