NESTA TERÇA-FEIRA (15/10) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1- AVENIDA GETÚLIO VARGAS (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - AV.DR. HEITOR JOSÉ REALLI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - RUA JOSÉ BONIFÁCIO X RUA 1º DE MAIO (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

 

Projeções populacionais elaboradas pela Fundação Seade sinalizam mudanças de grande impacto no perfil do Estado de São Paulo.A taxa de crescimento populacional – de 0,87% ao ano entre 2010 e 2015 – será reduzida progressivamente até se tornar negativa. Assim, entre 2040 e 2050, o Estado perderá mais de 400 mil habitantes, totalizando 47,2 milhões ao final do período.

A partir de 2027, o grupo dos maiores de 60 anos superará o de crianças e adolescentes com menos de 15 anos. O contingente de maior idade crescerá em ritmo mais intenso e, de modo geral, sua participação será quase triplicada em 2050 na comparação com 2010, ou seja, passando de 11,6% da população para 29,8%. O grupo de menores de 15 anos, por sua vez, terá sua participação reduzida de 21,5% para 14,0%.

A população com mais de 60 anos ultrapassará 14 milhões de pessoas e o grupo de maiores de 100 anos, que era composto por apenas 3.231 habitantes em 2010, terá 35.072 pessoas em 2050 – população equivalente a uma cidade como Aparecida. Em contraste, o grupo com menos de 15 anos diminuirá em mais de 2,2 milhões de pessoas nesse período.

Nessa trajetória, haverá forte demanda de prestação de serviços ao idoso, acompanhada de menor pressão para as necessidades relacionadas à infância e à adolescência, o que mudará o foco das políticas de saúde, educação e seguridade social.

As projeções permitem visualizar essas transformações nas Regiões Administrativas do Estado. A RA de São José do Rio Preto, por exemplo, terá em 2050 participação de idosos quase cinco pontos porcentuais acima da média do Estado –  tendência observada também em regiões como as de Barretos e Central. Em contraste, em outras RAs a participação de crianças e adolescentes de até 15 anos ficará acima da média estadual, caso de Registro, Baixada Santista e Região Metropolitana de São Paulo.

A metodologia adotada para projetar a população contemplou as tendências e transformações ocorridas e esperadas para os componentes demográficos responsáveis pelo crescimento populacional: fecundidade, mortalidade e migração, partindo da população censitária de 2010 e tendo como horizonte o ano de 2050.



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