NESTA SEGUNDA-FEIRA (24/02/2020) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - AVENIDA BRUNO RUGGIERO FILHO (SHOPPING/ BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

 

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Prezados internautas, pode até parecer insistente voltar a falar dos estragos das chuvas, mas hoje quero divulgar alguns detalhes e consequências do que essa chuva do último domingo causou em nossa cidade. 90% dos comentários e noticiários é em relação ao comércio, passagem do Monjolinho na rotatória do Cristo e os piscinões. Mas foi ou é só isso? Vamos tentar aqui, traduzir a fala do prefeito Airton Garcia: “Nós jogamos rede, tarrafa, espinhé para tudo quanto lado, depois vamos ver o que vai vir nessa rede, nesse ‘espinhé’, nós estamos lutando”.

Perdas Materiais

Relatório encaminhado para o SINPDEC (Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil), órgão ligado ao Governo Federal, aponta que as perdas materiais de “coisas públicas” estão avaliadas em cerca de R$ 17 milhões.

Verbas

Só de serviços públicos serão necessários cerca de R$ 7,4 milhões para colocar a “a casa em ordem” antes das chuvas. É esse o valor que pode ser enviado de imediato pelo Governo Estadual e Federal. No total 45 obras de infraestrutura públicas foram danificadas, segundo o relatório.

Verbas II

Já para obras (relacionadas as duas últimas chuva deste ano) serão necessários cerca de R$ 9 milhões. O SAAE também necessitará de cerca de R$ 1,1 milhão. Um muro, uma ponte e quatro galerias sofreram algum tipo de dano.

Perdas materiais II

Já as perdas das “coisas particulares” (comércio), estão avaliadas em cerca de R$2,5 milhões (esse valor pode e deve ser bem maior). 120 estabelecimentos comerciais foram atingidos pelas enchentes e o estrago foi grande. Até hoje tem comerciante com loja fechada e nem sabe se voltará a abrir. 140 veículos tiveram algum tipo de avaria por causa das águas. Alguns tiveram perda total. Na região do centro, 117 lojas e sete veículos foram atingidos pela enchente. Na região da rotatória do Cristo foram três estabelecimentos atingidos e 95 veículos.

Imóveis

Um dado pouco comentado e bastante preocupante é que 58 residências foram atingidas pelas águas, a maioria no CDHU da Vila Isabel. Cerca de 180 pessoas tiveram perdas com essa chuva.

Resíduos

Outro dado informado ao SINPDEC é de que cerca de 25 toneladas de resíduos foram retirados das vias públicas e córregos. Andando por algumas áreas atingidas, ainda se vê muita coisa para ser recolhido.

O estrago

Pois bem esse é o tamanho do estrago contabilizado com as chuvas nestes primeiros dias de 2020. Até agora o mapa pluviométrico da cidade aponta que já choveu 493,80 mm, praticamente o dobro que a média dos últimos 10 anos (250,5 mm).

E agora

A Prefeitura agora aguarda que o Governo Federal faça o reconhecimento da situação de emergência decretado pelo prefeito Airton Garcia. É aí que preocupa um pouco. Não por culpa do prefeito, mas do Governo Federal.

Porém

Pesquisando o site do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres - S2ID, observamos que no estado de São Paulo, apenas a cidade de Bilac, está com a situação de emergência reconhecida.

Porém II

A pequena Bilac com cerca de 8 mil habitantes, sofreu enormes prejuízos com um temporal ocorrido em novembro do ano passado. Árvores caíram, estruturas de ferro dos principais prédios públicos do município não resistiram à força do vento e muros de imóveis foram ao chão. O prejuízo estimado foi de cerca de meio milhão de reais.

Recapitulando

A Prefeitura de São Carlos portanto espera conseguir o Reconhecimento Federal da situação de emergência do município. Caso isso ocorra (esperamos), vem a segunda etapa que é o pedido de restabelecimento de serviços essenciais, que é destinado a recuperar vias destruídas, por exemplo. E por último o pedido de reconstrução, onde é pleiteado recursos para recuperação de estruturas mais complexas.

Sendo assim

Portanto prezados leitores se vier alguma grana de imediato, será apenas os cerca de R$ 7,4 milhões para colocar a “a casa em ordem”. Mas que isso, nesta administração será difícil. É uma pena, mas temos de admitir, a administração Airton, dormiu um pouco no ponto em relação as enchentes. Esse trabalho político teria de estar em andamento desde o começo do seu mandato.

E a base

Falando em enchente, ninguém falou nada da Base Integrada da GM na praça do Mercadão né? A mesma antes das chuvas do domingo, estava equipadinha, com material de informática, mobília, ar condicionado. A água levou tudo embora. O container só não foi embora graças a um poste da praça, se não...

Piada

Parece até piada né? Colocar um container na frente do rio Gregório e não fixá-lo no chão. J.B. Muller o pai do container, foi avisado dos riscos, mas duvidou das forças da água e pagou pra ver.

Roupa suja

Os áudios atribuídos aos Secretários de Serviços Públicos, Mariel Olmo, e ao Secretário de Habitação, João Muller, que circulam nas redes sociais, expos algo até então de conhecimento de poucos nos bastidores políticos. Muito se falava de “discussões calorosas”, “panelinhas” etc..., mas o que se ouviu se comprova “as fofocas”

Roupa suja II

As mensagem de Whatsapp foram trocados no domingo, após as enchentes que atingiram São Carlos. Olmo criticou Muller pelo fato do Secretário ter, supostamente, “atravessado” o trabalho de Serviços Públicos. “Eu vi todos os problemas na cidade inteira, em todos os pontos. Eu conheço de obras, eu não faço pimenta em casa não. Isso é atravessar os outros, rapaz. Vocês não criam vergonha na cara. São todos vagabundos, politiqueiros. Isso aí é politicagem e vagabundagem suas”.

Roupa suja III

Em resposta, Muller disse que Olmo não deveria ser agressivo e que respeitava o trabalho do Secretário. “São muitos anos socorrendo as pessoas ajudando. Estou para ajudar e não para atrapalhar. Agora, o que foi combinado não sei. Ontem sai 1 da manhã ajudando a amenizar os problemas dos comerciantes. Vou seguir ajudando mesmo que vocês não gostem. Enquanto o prefeito não me mandar parar, eu vou continuar. Se quiser dispensar a ajuda de Ibaté, fala com Edson Ferraz, esse assunto não é comigo”.

Roupa Suja IV

Em resposta, Olmo criticou Muller novamente, chamando-o de politiqueiro. “Sabe ler o que foi combinado ontem à noite? De repente não sabe ler. Só sabe falar na p… da tribuna, não sabe ler p…nenhuma. Essa é a única coisa que você prestou até hoje. É tudo vagabundo, rapaz, querem atravessar os outros, isso sim”.

Uma pena

Isso é triste nesta altura do campeonato, comerciantes sofrendo, mais de 50 famílias também com prejuízos por causas das águas e secretários batendo boca no Whastsapp?

Uma pena II

Se existe ou existiu um planejamento entre secretários, que se cumpra, agora ficar dodóizinho por bobagens já é muito né? Pelos áudios vazados o dodóizinho ficou por conta do senhor Mariel Olmo, que foi sem educação e grosseiro com o ex-moço (agora é um senhor) de Santa Eudóxia. J.B. Muller.

Pé vermeio

Falando no J.B. teve muita gente que se espantou em vê-lo de botina, bermuda e camisa, ajudando os comerciantes. Muller sempre fez isso, só que antes não tinha redes sociais e tantos ativistas e “repórteres”, filmando, fazendo foto a todo instante.

Humildade

Olmo podia aprender um pouquinho com o presidente da Câmara, Lucão Fernandes, que na última quarta-feira (15), teve a humildade de ir até Ibaté agradecer o prefeito Zé Parrella pelo apoio dado a São Carlos.

Humildade II

“Fiz questão de vir pessoalmente e agradecer o prefeito Zé Parrella, pelo apoio que tem dado a São Carlos – que tem sido vítima das enchentes nesse começo de ano – enviando caminhões e servidores públicos para auxiliar a nossa Prefeitura”, disse Lucão.

Humildade III

Zé Parrella por sua vez ficou feliz com a visita e ressaltou que sempre é um prazer ajudar a cidade. “Fico feliz do Lucão vir aqui agradecer a nossa ajuda, mas a gente sente-se obrigado de colaborar com São Carlos, cidade que sempre recebeu a população de Ibaté com muito carinho e respeito. Espero que não precise mais e que o problema das enchentes seja solucionado de uma vez por todas, para que os são-carlenses não sofram mais”, disse.

Reunião

E ontem aconteceu uma importante reunião na Prefeitura entre representantes do Governo Airton Garcia, Legislativo e Caixa Econômica Federal. O banco ofereceu ao município um linha de empréstimo para realizar obras de combate às enchentes, já planejados pela Administração.

Reunião II

O secretário de Comunicação, Matheus de Aquino, em entrevista a Rádio Pop FM, disse que o objetivo agora é continuar trabalhando na obtenção dos recursos pleiteados junto aos governos Estadual e Federal, antes de pensar em empréstimos.

Reunião III

Diferente das entrevistas com Airton, onde ele só fala em “rede, tarrafa e espinhé”, a entrevista com Aquino foi bem esclarecedora.  

Primo pobre e primo rico

Ouvindo uma entrevista com Fernando Magnani, diretor do Departamento de Defesa e Controle Animal da Secretaria de Serviços Públicos, lembrei que São Carlos tem um primo rico e um primo pobre. O rico é o Fernando e o pobre é Pedro Caballero, diretor da Defesa Civil.

Primo pobre e primo rico II

Eu explico. Os dois surgiram praticamente juntos na cidade, a algumas décadas atrás e sobreviveram a passagens de diversos prefeitos, Mello, Rubinho, Newton, Barba, Altomani e Airton.

Primo pobre e primo rico III

Fernando à frente do Parque Ecológico e Pedro na Defesa Civil, cada um ganhou reconhecimento nacional nas suas áreas. Porém na parte material, Pedro perde. É deplorável a situação do prédio e infraestrutura que se encontra a sede da Defesa Civil de São Carlos. Já o Parque Ecológico é a menina dos olhos da cidade.

Será

Será que agora com toda essa tormenta que as enchentes causaram, saberão dar valor e importância para a Defesa Civil? É ela que cuida de toda a parte burocrática e no diálogo com governos do Estado e Federal.

Legal

É legal equipar Bombeiros, Guarda Municipal, Departamento A, B, C e D, não seria a hora de dar uma atenção um pouco maior para a “estrutura Defesa Civil”? Afinal de contas, iremos ainda por muito tempo, continuar a sofrer com as chuvas e as cheias do Gregório e Monjolinho. A Defesa Civil não precisa de voluntários, precisa de estrutura.

Bom final de semana

Realmente, sempre existiram terremotos, maremotos, avalanches, inundações, tempestades, secas, erupções vulcânicas e outras catástrofes naturais na Terra porque a natureza sempre trabalhou deste modo desde o próprio principio dos tempos, contudo é sua própria culpa que agora todos estes males aumentaram em tal enorme dimensão que eles já não podem mais ser interrompidos. (Ser Humana Extraterrestre Plejarin Semjase)



Comentário(s) 

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Hamas | 17 Janeiro 2020
Uma correção , nos governos do PT Cabalhero nunca atuou no primeiro mandato de Newton para quem não se lembra esse cidadão foi dispensado por guardar na defesa civil tambores com material altamente radioativo era um rapaz chamado se não me engano de Leandro que na época perdida de Altomani foi para a defesa civil de Rio Claro , e na época de Altomani Fernando do parque ecológico foi dispensado , Cabalhero gosta de mídia e é uma pessoa centralizadora , é só perguntar em off para quem trabalhou ou trabalha com ele.
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