Imprimir esta página

Na semana passada, as entidades de assistência social foram à porta da Prefeitura e protestaram contra a falta de repasses de recursos, o que implica em atraso dos pagamentos dos servidores. É sabido que diversas entidades fazem o papel de creches e atendem a centenas de crianças carentes. Sem elas, muitos pais não têm condições de prestar serviços à comunidade. Consequentemente, fecharão as portas. 

E agora? 

Por que colocamos no título o seguinte questionamento: E agora, Guerreiro? Simples. O vereador eleito Leandro Guerreiro é um crítico feroz das emendas parlamentares. Infelizmente, por um sistema político viciado, centenas de entidades passam o pires nos gabinetes dos vereadores em busca de recursos para tocarem os serviços. Será que Leandro Guerreiro teria uma solução? 

Fiscalização 

Se as emendas parlamentares forem extintas, assim como quer o vereador eleito e o prefeito do seu partido, Airton Garcia, é preciso conhecer qual seria o mecanismo ideal de se tocar uma entidade. Os eleitores de ambos são compostos de famílias carentes, que dependem das creches, como ficariam os dois perante aos eleitores? 

Controle 

O que precisa ser exterminado é o uso político das emendas parlamentares. É inadmissível que pessoas travestidas de bons samaritanos usufruam das emendas parlamentares ou as usem a se bel prazer. É preciso controle e fiscalização. Se conseguirem isso, é um bom passo. 

Rachadura 

É preciso acionar a Defesa Civil para conter a rachadura no grupo de Airton Garcia, que pode desmoronar a qualquer momento. Agora, quem expõe os bofes é Azuaite França, vereador eleito e presidente do Centro do Professorado Paulista. 

Motivos 

Comenta-se nos bastidores que Nino Mengatti, candidato à Prefeitura de Araraquara e que não conseguiu 9 mil votos, poderia ser o secretário de Educação. 

Consulta 

Na visão de Azuaite França, se não houver uma consulta ao Centro do Professorado Paulista (CPP), a entidade – leia-se Azuaite – está fora da base de apoio a Airton Garcia. 

Fissura 

Ainda sobre o grupo de Airton Garcia, não convidem Luiz Luppi e Edson Ferraz para um cafezinho. Luppi revelou que a briga começou após Ferraz querer realizar a Copa São Paulo de Futebol Júnior em São Carlos, mesmo diante de tantas dificuldades financeiras. 

Desabafo 

Segundo Luppi, uma cidade com as contas quebradas não pode discutir Copa São Paulo. “É claro, não vamos viver apenas de injeções, o lazer se faz necessário, mas quando pudermos. Copa São Paulo traz esquemas com transporte, hotelaria, alimentação... tudo custa. Agora, temos que pensar no esquemas para o social, para as creches, para as internações compulsórias”, frase forte, não acham? 

Mal na fita 

Ainda sobre o grupo de Airton Garcia da parte do vice Giuliano Cardinali, quem está mal conceituado é o vereador eleito João Muller. Por causa da amizade dele com Edson Ferraz e Edson Fermiano, estão dizendo que o político faz parte do esquema.

Veja bem... 

Interessante é a atitude da Prefeitura. Exonerou vários cargos de confiança e depois reviu a questão. Ou seja, os cargos foram mantidos. O que não faz um compromisso político. 

Até sexta 

Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar. (Machado de Assis). Fale conosco: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 



Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores
e não representam a opinião deste site.
Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.