Ao longo dos seus seis anos de existência, o São Carlos ensinou a “pseudos” dirigentes que futebol tem que se tocado com profissionalismo.
O São Carlos nasceu gigante. No seu primeiro ano de existência foi campeão da Segunda Divisão do futebol paulista. Depois desse tempo, o time viveu altos e baixos, campanhas regulares e péssimas. O que o presidente do clube, Julinho Bianchim, nunca escondeu era que o planejamento da Águia era tentar o acesso no período de cinco anos, ou seja, conseguiu no sexto ano de existência, o que está de acordo com a meta do clube.
Julinho expôs ao público e à imprensa o que é perseverar e nunca desistir de um sonho, o que orgulha qualquer são-carlense que gosta de futebol. O acesso do São Carlos Futebol Clube nos mostra que é necessária a união da cidade em torno de um único time.
Veja se em Araraquara, Jaú, Piracicaba existe outro time. Tocar futebol no interior é virtude de bravos heróis. O que a torcida não pode admitir é o surgimento de cânceres no futebol da cidade. Aqui eu cito o exemplo do Grêmio São-carlense, um time que trouxe muitas honras – e desonras – à cidade.
O Grêmio cumpriu o seu papel no futebol paulista e ponto final. Ponto final por que? Porque ao longo dos anos foi um mau exemplo de gestão. Um clube que se enterrou em dívidas e no leito de morte só trouxe agonias aos seus torcedores.
Um time que, após ser abandonado por gestores públicos, “passava a caneca” em busca de trocados para comprar comida e pagar os jogadores. Quem efetivamente gosta de futebol torce pelo SÃO CARLOS FUTEBOL CLUBE e respeita o finado Grêmio São-carlense.
É bom que todos nós possamos refletir sobre as histórias de ambos os clubes. A partir daí que cada um tire suas próprias conclusões.












