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A Câmara fechou para balanço. As atividades parlamentares voltam, oficialmente, no dia 15 de janeiro. Que os vereadores usem esse intervalo de tempo para fazerem uma reflexão sobre suas atitudes e o seu desempenho parlamentar. Que os vereadores entendam essa avaliação como propositiva, para que eles procurem, sempre, desempenhar o seu papel de fiscalizador da coisa pública. As notas são de 5 a 10. Essas notas foram submetidas três jornalistas, que fizeram as suas avaliações paralelas, antes de fechar a média final das notas. Os vereadores têm sido analisados desde os primeiros dias de atuação.

Antonio Carlos Catharino

O vereador mais experiente do Legislativo. Briga até o último instante pelos seus ideiais. O último deles é a duplicação da SP-318. No entanto, nessa legislatura, carece de apresentar projetos. NOTA: 6,25

Aparecido Donizetti Penha

Foi eleito com um único propósito. Lutar pelos direitos das pessoas com deficiência. Está prestes a conquistar uma secretaria municipal para cuidar do assunto, no entanto, um vereador que se restringe apenas a uma única causa, pode estreitar muito seu espaço de atuação, o que pode ser prejudicial. NOTA: 6,75

Benedito Matheus Filho (Ditinho Matheus)

Vereador inteligente e articulado, mas se enrolou demais quando foi enquadrado pelo vereador Edson Fermiano sobre a atuação da Associação Regional de Futebol. Não apresentou projetos de relevância à comunidade. NOTA: 5,00

Cidinha do Oncológico

Denunciou a precariedade do prédio do Centro de Especialidades, os riscos do prédio que abrigava cinco secretarias da Prefeitura e que sequer alvará de funcionamento possuía. Conseguiu colocar em um prédio decente o Centro Oncológico. NOTA: 7,25

Edson Antonio Fermiano

É a cabeça jurídica do Legislativo, ninguém pode negar. Começou a criticar o governo Altomani, depois ficou quieto. NOTA: 5,75

Eduardo Martins Batista (Eduardo Brinquedos)

Teve aprovado um projeto de incentivo à formação profissional de adolescentes entre 12 e 14 anos, no entanto, essa história de Natal Luz desgastou um pouco o parlamentar. NOTA: 6,00

Equimarcilias de Souza Freire

Tem tudo para ser um bom vereador, no entanto, prefere as polêmicas. Apoiou o governo Barba até o último dia e apóia o governo Altomani desde o primeiro dia. Bateu boca com funcionários do SAAE, interfere bastante nos discursos dos vereadores e usa citações bíblicas em seus discursos, o que incomoda algumas pessoas. NOTA: 5,00

Idelso Marques de Souza Paraná

A doença tem prejudicado seu mandato. Quando está na ativa, faz discursos polêmicos. NOTA: 5,00

José Alvim Filho Dé

Começou o mandato no PT (oposição) e agora está no Solidariedade (situação). Gaba-se das emendas parlamentares conquistadas com deputados estaduais e federais, mas para um vereador isso apenas não basta. Não botou o busão do povo para funcionar, o que era promessa de campanha. NOTA: 6

José Luis Rabello

Apagadíssimo, nem parece que é vereador. Seu projeto, de implantar fitoterapia nos postos de saúde, dificilmente sairá do papel. NOTA: 5,00

Laíde das Graças Simões

É da situação, mas mantém certa discrição, afinal o governo do Maestro está pra lá de desafinado. Tem se saído bem na condução da presidência da Câmara durante as sessões NOTA: 5,50

Lineu Navarro

Sabe fazer barulho. Começou o ano denunciando, criticando, mas no segundo semestre ficou super apagado. Foi o vereador quem denunciou a provável intenção de privatizar o SAAE. NOTA: 6,00

Lucão Fernandes

Botaram o vereador numa gelada ao assumir a liderança de governo. Não há coisa mais ingrata que defender um governo em crise. Destinou recurso para a compra de um equipamento utilizado na locomoção de obesos na Santa Casa. Pode parecer algo insignificante, mas o hospital, com esse equipamento, pode referenciar-se no tratamento a obesos NOTA: 7

Marquinho Amaral

Marcou bem o território. Mostrou que o Legislativo tem independência. Fez o prefeito Paulo Altomani pedir desculpas publicamente quando o alcaide falou que os vereadores agiam por interesses próprios. Mesmo da situação, não furtou-se a criticar o governo. NOTA: 9

Maurício Ortega

Vereador ponderado e que infelizmente teve a sua atuação prejudicada pelas crises provocadas pelo maestro Altomani. NOTA: 6,5

Paulo Taú

Fez proposições e teve coragem de criticar as lambanças que o Higashi fez no trânsito da Vila São José. Pode melhorar ainda mais. NOTA: 5,75

Rodson Magno do Carmo

Sabe o que prejudica o vereador Rodson? Estar na situação. Apresentou projetos que incentivam o combate às drogas. Denunciou as telhas de papelão que são usadas nas casas do São Carlos 8. Pode Melhorar. NOTA: 6

Ronaldo Lopes

Vereador que grita, grita, grita, mas ninguém entende os seus discursos. Muito desarticulado nas palavras. Tem brigado pela manutenção da Coopervida, a cooperativa de reciclados. Mas tem gente do governo tucano que entende que a cooperativa é do PT e por isso tem incentivado a criação de uma cooperativa tucana. NOTA: 5,75.

Roselei Aparecido Françoso

Indiscutivelmente o melhor vereador desta Câmara. Como destaque, o vereador apresentou a denúncia da ata de registro de preços que apresentava investimentos na comprar de uniformes escolares na casa dos R$ 9 milhões. Um escândalo. NOTA: 9,00

Sérgio Alves Rocha

Tem um jeito simples de se expressar, mas tem demonstrado articulação com deputados estaduais. Já conseguiu diversos recursos para a Santa Casa, mas falta algo mais para ser um vereador de destaque. NOTA:6,75.

Walcinyr Bragatto

Sabe discursar. É bem articulado, tem uma postura independente na Câmara, está investigando a questão dos gastos na decoração de Natal... NOTA: 6,5

Newton Lima

Depois de um fiasco como articulador político em 2012 (escolheu um vice nada a ver para Oswaldo Barba, Normando Lima, e permitiu que Rosoé mandasse na Prefeitura, o que ocasionou a derrota do PT em São Carlos) consertou a rota da sua história política com o caminhão de emendas parlamentares para São Carlos e a questão da lei das biografias. NOTA: 8,75.

Paulo Altomani

Envolvido em muitas polêmicas. Primeiro disse que é mais fácil governar uma empresa do que uma prefeitura. Depois disse que não apoiaria os pontos de cultura porque nesses locais existem tocadores de bandolim e puxadores de fumo. Depois, intitulou-se maestro, não queria federalizar o  hospital escola, continua insistindo que a compra de uniformes por R$ 9,5 milhões é sinônimo de qualidade. Permitiu a falta de merenda e falta de material escolar nas escolas. Por outro lado, vai trazer o AME, o Bom Prato e a Fatec. Se o Alckmin deu-lhe nota 11, a nossa nota é: 6,00

Valeu!

Ano que vem a gente volta. Que Deus abençoe a todos em 2014!



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