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Quem teve a oportunidade de comparecer à sessão da Câmara de terça-feira, recebeu um material bastante interessante do Sindspam. Nele constam números que comprovam a possibilidade da administração conceder um reajuste salarial que saía da linha do ridículo – afinal 0,16% de aumento real é, no mínimo, humilhante ao servidor público. Os números baseiam-se em levantamentos realizados junto ao Orçamento.

Receita

A receita corrente líquida para 2014 é de R$ 589,4 milhões, mas há especialistas em administração pública que garantem que o caixa da Prefeitura está bombando e que as receitas passaram dos R$ 610 milhões.

Responsabilidade

Mas vamos considerar o levantamento do Sindicato. Contando os R$ 589 milhões, a Prefeitura teve um gasto com pessoal (2013) de R$ 269 milhões. Considerando o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (51,3%) ou R$ 302,4 milhões, em tese a Prefeitura poderia conceder um reajuste de 10% (R$ 21,7 milhões), contaria um crescimento da folha de pagamento com os triênios e ainda sobraria uma margem de R$ 7,5 milhões.

Mais modestos

Outra consideração do Sindicato é um reajuste de 8,5%, isso custaria aos cofres R$ 18,4 milhões mais R$ 4 milhões com os gastos com triênio – R$ 4 milhões e ainda sobraria uma margem de R$ 11 milhões. Ao que parece, o Sindicato está bem calçado nos argumentos.

Mágoa

O presidente do Sindspam, Adail Alves de Toledo, está chateado porque o Sindicato decretou o estado de greve na segunda-feira e até agora a Prefeitura não chamou os representantes dos trabalhadores para uma nova rodada de negociações.

Chateado

Nos bastidores, circula a informação que Júlio Soldado está chateado com o barulho do Sindicato quanto ao afastamento da médica Andrea Cogo e a atuação do advogado Luís Luppi nas causas sindicais. Cá entre nós. O que o c... tem a ver com as carças nessa história?

Joio e trigo

É importante separar as coisas, afinal são mais de 3 mil servidores, 12 mil pessoas, envolvidas com o tema, que pode trazer um ônus político sem precedentes para Altomani.

Circular

Uma fonte da rua Conde do Pinhal nos disse que uma circular da Secretaria de Administração pede a identificação de cargos com parentes na administração pública. Essa é uma ação do Ministério Público para acabar com a farra dos carguinhos de confiança. Até junho, o promotor Luiz Carlos vai ouvir muita gente.

Balcão de empregos

O movimento no Balcão de Empregos de São Carlos deve crescer substancialmente nos próximos meses com a ação do Ministério Público, inclusive com a entrega de currículos de parentes de políticos, que se beneficiam do poder de 'otoridade' momentâneo.

Aviso

Senhor A, de AUTORITÁRIO, o senhor está na mira desta coluna. O senhor já recebeu um aviso do Ministério Público do Trabalho para parar de assediar moralmente os funcionários da Fundação, mas não toma jeito. O duro é que esse cidadão era petista juramentado até 31 de dezembro de 2012. Agora é algoz dos ex-colegas depois da promoção. E o Nelson ainda não desceu dos palcos do Serviço Social do Comércio para enxergar essas atrocidades.

ETs

A Terceira Idade da Fundação Educacional São Carlos recebeu um apelido: ETs. É que eles entram na piscina para atividades e saem verdes. Mas a gente volta ao assunto, como diria Francisco Xavier Amaral Filho, que teve a frase 'roubada' por um político de caráter duvidoso.

Articulação

O diretor da Câmara, Rodrigo Venâncio, continua atuando com leveza nos bastidores da Câmara. Após receber um pedido do vereador Júlio César para que os colegas pegassem leve nos discursos durante a sua volta, os parlamentares, menos Ronaldo Lopes, obedeceram às ordens do diretor.

Trânsito

Celso Higashi permanece na secretaria de Trânsito, mas o chefe dos amarelinhos, Milton Bastos, saiu na sexta-feira passada.

Saúde

Ricardo Castro pediu para sair da Saúde. Cogitaram um tal de Dr. Freitas, de Ibaté, mas reza a lenda que nem o Zé Parella quis o moço como candidato a prefeito da cidade.

Diferenças e semelhanças

Qual a diferença entre São Carlos e Hortolândia? Hortolândia tem penitenciária e São Carlos, não. Mas tem gente de São Carlos que pode ir para a penitenciária, quem sabe de Hortolândia.

Explicando

São Carlos fez Carnaval, meio que às pressas. Hortolândia também fez Carnaval talvez um pouco mais organizado. As semelhanças não param por aí. Tem um grupo investigando uma história bem esquisita que rolou nas duas cidades: shows de Carnaval que apresentaram uma diferença cinco vezes maior. Hortolândia pagou bem pouco para artistas do quinto escalão da música popular brasileira – e  São Carlos muito.

Detalhes

Os mesmos grupos artísticos se apresentaram na mesma cidade. Em Hortolândia, por exemplo, um show teria custado R$ 12 mil; em São Carlos, mais de R$ 50 mil.

Até sexta-feira

Se me vires abraçado com mulher feia, separa que é briga. Fale conosco: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.



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