Av. Bruno Ruggiero Filho
(sentido Bairro/Shopping)
60 km/h
Av. Henrique Gregori
(sentido Bairro/Shopping)
60 km/h
Av. Henrique Gregori
(sentido Shopping/Bairro)
60 km/h

A coluna Ácidas da Política recebeu informações que a federalização do Hospital Escola está ganhando novos contornos e essa fuga da rota pode gerar uma colisão sem precedentes.

O prefeito Paulo Altomani recebeu, faz pouco tempo, os responsáveis da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, o reitor da Federal, Targino Araújo, e anunciou, com muita pompa, o interesse em transferir o hospital para o governo. O próprio prefeito disse que o projeto seria enviado à Câmara nas primeiras sessões.

O fato é que se passou quase um mês da volta do recesso parlamentar e nada desse projeto ser enviado pela Prefeitura e  posto em votação.

Flashback

O reitor Targino cansou de dizer em entrevistas à imprensa que a celeridade nesse processo seria fundamental para que a Ebeserh começasse todos os trâmites da federalização para que outros hospitais não ganhassem prioridade nessa fila e São Carlos não ficasse parado no ponto, chupando o dedo.

Mas...

A coluna recebeu a informação que a história está ganhando novos capítulos. Nos bastidores do quinto andar, a intenção da Prefeitura está mudando. Eles estudam, primeiro, terminar as obras do HE para somente depois entregarem o hospital para o governo federal.

A gente sabe

As obras do Hospital Escola apresentaram inúmeros problemas de atraso. Muito estranha a Prefeitura querer terminar a obra no momento em que está tudo desenhado para a federalização. Qual o interesse da Prefeitura em terminar a obra?

Dois momentos

Na visita do ministro Padilha a São Carlos o prefeito Paulo Altomani disse que mandaria o projeto de federalização o mais rápido possível para a Câmara. Isso em público. No reservado, a conversa foi outra: que a Prefeitura, primeiro, terminaria a obra antes de entregar o hospital. Tudo bem estranho!

Sem noção

O vereador Freire extrapola os limites, inclusive com os colegas de Câmara. Na sessão de ontem, ele disse que Roselei Françoso é um cara de pau. A afirmação aconteceu durante a votação do projeto de consultoria para a Procuradoria Geral do Município no valor de R$ 400 mil.

Quem é cara de pau?

Freire, até 31 de dezembro de 2012, ou um pouco antes, era defensor do governo petista. Foi eleito pelo Democratas, pulou para o PPL e depois embarcou no PMDB. Num dos episódios, Freire chegou a chamar Massafera de "Massafezes".

Hoje...

Hoje, ninguém do PT presta. Todo mundo é bandido. Antes, Freire batia no deputado Lobbe. Hoje, quem apanha é o deputado Newton. Diante de todos esses fatos, cabe uma reflexão: quem é cara de pau?

Em defesa

Roselei Françoso não é vereador de gabinete. Freire fez uma afirmação que nos faz dar parabéns a ele: quando perdeu a eleição, não buscou boquinha. Mas cabe uma pergunta: e hoje, vereador? Como está a sua situação no governo? Só esperamos que o senhor não tenha parentes empregados e cabos eleitorais gozando as benesses da administração pública.

Bastidores

Freire, talvez, pensa que agrada alguém com as suas declarações. Deve agradar um ou outro, mas os próprios colegas de Casa detestam tais atitudes.

Saraivada

Conforme adiantamos faz algumas semanas, o vereador Júlio César voltou a ser alvo de críticas dos colegas de Câmara. Ronaldo Lopes cobrou o planejamento e gestão que o secretário tanto cobrava quando era vereador.

JC - Jesus Cristo ou Júlio César?

Edson Fermiano disse que o vereador aparece apenas nas conquistas do prefeito, nas crises, ele foge. E disparou: Ele vai voltar, igual ao filho pródigo. Estou esperando o tal planejamento. Ele, que era o suprassumo como vereador, será que é como secretário? Só se for para ele!" Fermiano disse que o único vereador atendido por Júlio César é Sérgio Rocha

Será?

Freire deu o tom do clima hostil entre Júlio César e Câmara. Segundo o vereador, Júlio voltará, mas poderá pedir o afastamento porque não terá clima para permanecer no Legislativo.

Pegar no pé

Tem jurista esperto com o Dr. Waldomiro Bueno de Oliveira, procurador geral do município. Estão doidinhos para enquadrá-lo, junto com o prefeito, num processo de improbidade administrativa.

Pegar no pé II

Segundo o jurista, em três oportunidades, Waldomiro atuou em defesa de Altomani. Numa delas em processo que configura como de cunho pessoal, que é o processo de injúria movido contra José Renato Andrade. A advocacia pública proíbe a atuação da Procuradoria Jurídica em ações particulares. Vai dar pano pra manga.

Por falar em José Renato...

José Renato Andrade pagará uma cesta básica para se livrar da ação de injúria movida pelo prefeito Altomani.

Até

"Se barba fosse respeito, bode não tinha chifre."  Fale conosco: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.



Adicionar comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Portal SCDN. Se achar algo que viole as regras de uso, denuncie.


Código de segurança
Atualizar codigo